<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:series="http://organizeseries.com/"
	>

<channel>
	<title>Elder Marco&#039;s blog</title>
	<atom:link href="http://blog.eldermarco.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.eldermarco.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Jun 2013 00:33:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>#changeBrazil</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2013/06/changebrazil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=changebrazil</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2013/06/changebrazil/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2013 23:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[fedora]]></category>
		<category><![CDATA[justice]]></category>
		<category><![CDATA[protests]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=563</guid>
		<description><![CDATA[What is really happening in Brazil?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>What is really happening in Brazil?</p>
<p><center><br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/AIBYEXLGdSg" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe><br />
</center></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2013/06/changebrazil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Desabilitando as sugestões de pacotes no terminal do fedora</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2012/06/desabilitando-as-sugestoes-de-pacotes-no-terminal-do-fedora/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=desabilitando-as-sugestoes-de-pacotes-no-terminal-do-fedora</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2012/06/desabilitando-as-sugestoes-de-pacotes-no-terminal-do-fedora/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2012 23:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Distribuições]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>
		<category><![CDATA[fedora]]></category>
		<category><![CDATA[linha de comando]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=545</guid>
		<description><![CDATA[Quando você entra com um comando que não é reconhecido pelo sistema, o fedora tenta automaticamente encontrar um pacote com esse comando e sugerir a instalação dele. É um recurso interessante, não fosse pelo fato de que mesmo errando no nome do comando, fará com que ele procure pelo pacote e prenda o terminal por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando você entra com um comando que não é reconhecido pelo sistema, o fedora tenta automaticamente encontrar um pacote com esse comando e sugerir a instalação dele. É um recurso interessante, não fosse pelo fato de que mesmo errando no nome do comando, fará com que ele procure pelo pacote e prenda o terminal por alguns alguns segundos. Usuários mais apressados (como eu) não costumam gostar muito da ideia. Resolver esse problema, no entanto, é muito simples: basta remover o pacote que fornece esse recurso no seu sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">O PackageKit é responsável por procurar os pacotes e é ele o culpado por esse atraso. Mais especificamente, o nome do pacote responsável por isso é o <strong>PackageKit-command-not-found</strong>. Vamos removê-lo de uma vez por todas:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"># yum remove PackageKit-command-not-found</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Feche e abra o seu terminal novamente. Problema resolvido.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2012/06/desabilitando-as-sugestoes-de-pacotes-no-terminal-do-fedora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seismic Unix: Pacotes para o Archlinux, Fedora, Red Hat, CentOS e derivados</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2012/03/seismic-unix-pacotes-para-o-archlinux-fedora-red-hat-centos-e-derivados/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=seismic-unix-pacotes-para-o-archlinux-fedora-red-hat-centos-e-derivados</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2012/03/seismic-unix-pacotes-para-o-archlinux-fedora-red-hat-centos-e-derivados/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 01:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[ArchLinux]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[archlinux]]></category>
		<category><![CDATA[fedora]]></category>
		<category><![CDATA[seismicunix]]></category>
		<category><![CDATA[sísmica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=301</guid>
		<description><![CDATA[Apresentação Seismic Unix é um conjunto de ferramentas em linha de comando que permitem o processamento de dados em sísmica.  O desenvolvimento deste software começou por volta dos anos 70 e atualmente é mantido por desenvolvedores no Colorado School of Mines (CSM), bem como outros colaboradores e usuários desse excelente pacote de processamento.  Seismic Unix [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Apresentação</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.seismicunix.com">Seismic Unix</a> é um conjunto de ferramentas em linha de comando que permitem o processamento de dados em sísmica.  O desenvolvimento deste software começou por volta dos anos 70 e atualmente é mantido por desenvolvedores no <em>Colorado School of Mines</em> (CSM), bem como outros colaboradores e usuários desse excelente pacote de processamento.  Seismic Unix  é compatível com a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_BSD">Licença BSD</a>, o que quer dizer que você pode ter acesso ao código-fonte do programa a alterá-lo como bem desejar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><center><br />
<div id="attachment_307" class="wp-caption aligncenter" style="width: 434px"><img class="size-full wp-image-307" title="Analise de Velocidades" src="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/Seismic_Velocity_Analysis.png" alt="Análise de Velocidades" width="424" height="643" /><p class="wp-caption-text">Análise de velocidades no Seismic Unix. Créditos pela imagem: Wikipédia</p></div></center></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Os pacotes</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O plano de criar pacotes para o Seismic Unix datam da época em que era aluno do curso de Sísmica II no IAG/USP, mas o pouco tempo não me permitiu terminá-los a tempo.  Pelo menos não os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RPM_(Linux)">pacotes rpm</a>. Compilar e instalar programas a partir do código-fonte é algo que poucos usuários tem domínio, até porque o procedimento nem sempre é simples e pode requerer bastante intervenção manual. Já a instalação de um pacote pré-compilado é outro história. Basta um simples comando para instalar o software no seu PC e ter ele funcionando. É pra isso que existem os repositórios de software presentes na maioria das distribuições Linux existentes. Vendo que ainda não existiam pacotes para o Seismic Unix, decidi arregaçar as mangas e fazer a parte &#8220;suja&#8221; do trabalho. Aproveitei os meus conhecimentos como empacotador do projeto fedora, bem como de empacotamento de software para o Arch Linux e criei o pacotes para as distribuições todas as distribuições Linux que  uso ou tenho ligação de alguma maneira. Sendo assim, esses pacotes estão disponíveis para o <a href="http://www.archlinux.org/">Archlinux</a> (e qualquer distro derivada dele e que possa utilizar o  <a href="https://aur.archlinux.org">AUR</a> para a instalação de pacotes),  <a href="http://fedoraproject.org/">Fedora</a> (15 em diante) e <a href="http://www.redhat.com/">Red Hat Enterprise Linux</a> (e seus clones como o <a href="http://www.centos.org/">CentOS</a> ,  <a href="http://www.scientificlinux.org/">Scientific Linux</a>, etc.  Nesse caso, os pacotes estão disponíveis a partir da versão 5 ).</p>
<p style="text-align: justify;">Se você é um usuário do <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu</a>  sinto lhe informar, mas terá de compilar o software a partir dos fontes. Mais para o futuro, se adquirir conhecimentos em empacotamento de software para distros Debian-Like, irei considerar a possibilidade de criar pacotes também para essas distros. Mas se você quer uma alternativa, considere a possibilidade de mudar para o Archlinux, Fedora, Red Hat, CentOS, Scientific Linux, etc  ;)</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como instalar os pacotes</h3>
<p style="text-align: justify;">São descritos aqui os passos necessários para instalar o Seismic Unix no Archlinux, Fedora e distribuições como o Red Hat Interprise Linux, CentOS, Scientific Linux e outras compatíveis. Esses pacotes dizem respeito a versão 43R1 do software, a última versão até o momento em que essse post foi escrito.  Mas tenho planos de continuar atualizando o pacote na medida em que novas versões surjam e meu tempo permita. Visite este post futuramente para maiores informações.</p>
<h4>Archlinux</h4>
<p style="text-align: justify;">Eu disponibilizei o pacote Seismic Unix  através do <a href="https://aur.archlinux.org/packages.php?ID=55467">AUR</a>. Você pode utilizar o <em>yaourt</em> ou o <em>packer</em> para instalar ele em seu sistema. Com um terminal aberto, basta entrar com o comando</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ yaourt -S seismicunix</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Isso irá baixar o <a href="https://wiki.archlinux.org/index.php/PKGBUILD">PKGBUILD</a> do pacote e iniciar o processo de compilação e empacotamento.  Ao final, o yaourt pede a senha necessária para a instalação do Seismic Unix no seu PC. Simples assim.</p>
<p style="text-align: justify;">É possível evitar a compilação de certos módulos no sistema. Para isso, dê uma olhada função <em>build</em>  presente no PKGBUILD e siga as instruções nos comentários. Se você não faz ideia do que estou falando, não se preocupe; simplesmente instale como citado acima. Por padrão, todas os módulos são compilados e empacotados com o software de forma que se tenha ele o mais completo quanto possível.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fedora e distros compatíveis com pacotes do Projeto Fedora.</h4>
<p>Os pacotes estão disponíveis no meu espaço no <a style="text-align: justify;" href="http://repos.fedorapeople.org/repos/elder/seismicunix/">fedorapeople.org</a>.  É necessário habilitar o repositório para que o Seismic Unix possa ser instalado no seu sistema. Abra o seu editor de textos predileto (gedit, kate, vim,  nano, nedit&#8230; ), copie e cole o seguinte trecho num arquivo de nome <em>seismicunix.repo. </em></p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"># Place this file in your /etc/yum.repos.d/ directory

[seismicunix]
name=Open Source software for seismic research and processing
baseurl=http://repos.fedorapeople.org/repos/elder/seismicunix/fedora-$releasever/$basearch/
enabled=1
skip_if_unavailable=1
gpgcheck=0

[seismicunix-source]
name=Open Source software for seismic research and processing - Source
baseurl=http://repos.fedorapeople.org/repos/elder/seismicunix/fedora-$releasever/SRPMS
enabled=0
skip_if_unavailable=1
gpgcheck=0</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Salve o arquivo e como root, copie-o para o diretório <em>/etc/yum.repos.d/</em>. Depois é somente instalar instalar o pacote:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"># yum install seismicunix</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Ou através de qualquer aplicativo gráfico que você use para instalar programas. Simples, não?</p>
<h4 style="text-align: justify;">Red Hat Enterprise Linux, CentOS,  Scientific Linux e distros compatíveis com os pacotes disponibilizados via EPEL.</h4>
<p style="text-align: justify;">O procedimento é muito parecido com o de cima. Crie um arquivo com seus editor de textos predileto (gedit, kate, vim,  nano, nedit&#8230;), copie e cole o seguinte trecho num arquivo de nome <em>seismicunix.repo</em>:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"># Place this file in your /etc/yum.repos.d/ directory

[seismicunix]
name=Open Source software for seismic research and processing
baseurl=http://repos.fedorapeople.org/repos/elder/seismicunix/epel-$releasever/$basearch/
enabled=1
skip_if_unavailable=1
gpgcheck=0

[seismicunix-source]
name=Open Source software for seismic research and processing - Source
baseurl=http://repos.fedorapeople.org/repos/elder/seismicunix/epel-$releasever/SRPMS
enabled=0
skip_if_unavailable=1
gpgcheck=0</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Salve o arquivo e como root, copie-o para o diretório <em>/etc/yum.repos.d/</em>. Depois é somente instalar instalar o pacote:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"># yum install seismicunix</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Ou através de qualquer aplicativo gráfico que você use para instalar programas</p>
<p style="text-align: justify;">Pronto, agora você já tem o Seismic Unix instalado em seu sistema. Pode ser necessário reiniciar a máquina para que a variável CWPROOT seja setada corretamente e seu o diretório com os binários seja adicionado no PATH do sistema. Se você já tinha instalado o Seismic Unix a partir dos fontes, edite o arquivo onde você definiu a variável CWPROOT e remova ou comente a linha com ela. Se isso não for feito, você poderá acabar sobrescrevendo essa variável e impedindo que o pacote instalado funcione adequadamente.</p>
<h3 style="text-align: justify;">No caso de problemas </h3>
<p style="text-align: justify;">Problemas pode ser relatados no formulário de comentários abaixo. Detalhe-o bem, exibindo qualquer mensagem de erro que possa existir para que possa verificar se se trata de um problema associado com o empacotamento ou com o software em si. Se for com o software, a chance de eu consertá-lo será menor, sendo mais prudente entrar em contato diretamente com o upstream.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2012/03/seismic-unix-pacotes-para-o-archlinux-fedora-red-hat-centos-e-derivados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PLplot 02: O primeiro gráfico</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2012/02/plplot-02-o-primeiro-grafico/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=plplot-02-o-primeiro-grafico</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2012/02/plplot-02-o-primeiro-grafico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 02:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[C]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[gráficos]]></category>
		<category><![CDATA[plplot]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=390</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo é a parte 2 de 2 da série PLplot em CA criação de gráficos utilizando a PLplot é bastante simples na maior parte do tempo. O conjunto de funções da biblioteca pode, a grosso modo, ser visto como dois conjuntos separados. Um conjunto de funções que definem as propriedades do gráfico &#8212; cor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="seriesmeta">Este artigo é a parte 2 de 2 da série <a href="http://blog.eldermarco.com/series/plplot-em-c/" class="series-33" title="PLplot em C">PLplot em C</a></div><p style="text-align: justify;">A criação de gráficos utilizando a PLplot é bastante simples na maior parte do tempo. O conjunto de funções da biblioteca pode, a grosso modo, ser visto como dois conjuntos separados. Um conjunto de funções que definem as propriedades do gráfico &#8212; cor de fundo, tipo de linha, uso ou não de grades, escala, etc &#8212;  e um conjunto de funções responsáveis pela plotagem do gráfico em si. Neste artigo, criaremos um gráfico básico com a PLplot.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja então <em>f(x)</em> a função que queremos plotar. Consideremos, a título de exemplo, <em>f(x) </em>como sendo definida por</p>
<p style="text-align: center;"><img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%29+%3D+%5Cfrac%7Bx%7D%7B1%2Bx%5E2%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=4" alt="f(x) = &#92;frac{x}{1+x^2}" title="f(x) = &#92;frac{x}{1+x^2}" class="latex" /></p>
<p style="text-align: justify;">O programa abaixo é uma implementação para que possamos gerar o gráfico dessa função.  Praticamente nenhuma personalização é feita, deixando que a biblioteca utilize os parâmetros default para a maior parte das opções disponíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O download do código-fonte pode ser feito <a title="Fazer download" href="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/exemplo01.tar.gz">aqui</a>.</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"></pre><p></p>
<p style="text-align: justify;"> Simples e rápido, não? Antes de compilarmos esse código, vamos dar uma olhada melhor nele. Note que qualquer programa que queira utilizar essa biblioteca deve adicionar o arquivo de cabeçalho <code>plplot.h</code>. É onde estão definidas todas as funções do quais iremos precisar para gerar os nossos gráficos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como foi dito no código, a PLplot não é capaz de receber uma expressão matemática como parâmetro e gerar um gráfico a partir disso, mas nada impede que você implemente uma função capaz de fazê-lo. Nesse caso, a biblioteca <a title="Página oficiona da biblioteca libmatheval" href="http://www.gnu.org/software/libmatheval/" target="_blank">libmatheval</a> seria de grande utilidade.  Em artigos futuros, tentaremos implementar esse recurso.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos compilar esse código e ver o que obtemos. Abra um terminal, navegue até o diretório onde colocou o programa e compile-o com o comando</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ gcc exemplo01.c `pkg-config --libs --cflags plplotd` -o exemplo01</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Isso deverá gerar um executável de nome <em>exemplo01</em> em seu diretório de trabalho. Vamos executá-lo:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ ./exemplo01

Plotting Options:
 &lt; 1&gt; xwin       X-Window (Xlib)
 &lt; 2&gt; tk         Tcl/TK Window
 &lt; 3&gt; ps         PostScript File (monochrome)
 &lt; 4&gt; psc        PostScript File (color)
 &lt; 5&gt; xfig       Fig file
 &lt; 6&gt; null       Null device
 &lt; 7&gt; tkwin      New tk driver
 &lt; 8&gt; mem        User-supplied memory device
 &lt; 9&gt; wxwidgets  wxWidgets Driver
 &lt;10&gt; svg        Scalable Vector Graphics (SVG 1.1)
 &lt;11&gt; bmpqt      Qt Windows bitmap driver
 &lt;12&gt; jpgqt      Qt jpg driver
 &lt;13&gt; pngqt      Qt png driver
 &lt;14&gt; ppmqt      Qt ppm driver
 &lt;15&gt; tiffqt     Qt tiff driver
 &lt;16&gt; svgqt      Qt SVG driver
 &lt;17&gt; qtwidget   Qt Widget
 &lt;18&gt; epsqt      Qt EPS driver
 &lt;19&gt; pdfqt      Qt PDF driver
 &lt;20&gt; extqt      External Qt driver
 &lt;21&gt; memqt      Memory Qt driver
 &lt;22&gt; xcairo     Cairo X Windows Driver
 &lt;23&gt; pdfcairo   Cairo PDF Driver
 &lt;24&gt; pscairo    Cairo PS Driver
 &lt;25&gt; svgcairo   Cairo SVG Driver
 &lt;26&gt; pngcairo   Cairo PNG Driver
 &lt;27&gt; memcairo   Cairo Memory Driver
 &lt;28&gt; extcairo   Cairo External Context Driver

Enter device number or keyword:</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Opa, mas o que diabos&#8230; Ah sim, o driver! Quando você executa o programa, a função <em>plinit</em> é chamada (linha 63).  Ela verifica se um driver foi definido e em caso negativo, exibe a lista acima perguntando ao usuário qual utilizar. Note que temos várias opções. Se a opção escolhida for salvar o arquivo no disco, na forma de uma imagem (drivers ps, png, svg, pdfcairo, svgcairo, etc), o programa irá perguntar o nome da imagem que deverá ser utilizado e então salvar o arquivo nela. Mas vamos escolher a opção <em>xcairo</em>, número 22 na lista acima. Digite isso e dê um ENTER para visualizar o gráfico na tela:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/exemplo01.png"><img class="wp-image-418 aligncenter" title="Resultado da execução do programa exemplo01" src="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/exemplo01.png" alt="" width="589" height="470" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Perfeito! Mas cadê as marcas nos eixos? Lembra que na linha 77, utilizamos a função plenv, onde o último parâmetro estava  associado as propriedades dos eixos, bem como o desenho de uma caixa ao redor do gráfico? Pois é, fica como tarefa pra você: Leia a <a href="http://plplot.sourceforge.net/docbook-manual/plplot-html-5.9.9/plenv.html" target="_blank">documentação dessa função no site oficial</a> e veja quais são as outras opções possíveis. Modifique-as e recompile o seu programa para ver qual é o resultado. Teste também os diferentes drivers que podem ser utilizados e verifique quais são as diferenças entre eles.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo artigo,  iremos definir algumas propriedades do nosso gráfico como a cor de fundo, cor da linha utilizada para o gráfico, espessura, etc. Isso fará com que tenhamos algo mais personalizado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Última atualização:</strong> 17/12/2012</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2012/02/plplot-02-o-primeiro-grafico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<series:name><![CDATA[PLplot em C]]></series:name>
	</item>
		<item>
		<title>O Banco do Brasil e o OpenJDK 64 bits</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2011/11/o-banco-do-brasil-e-o-openjdk-64-bits/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-banco-do-brasil-e-o-openjdk-64-bits</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2011/11/o-banco-do-brasil-e-o-openjdk-64-bits/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 14:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Distribuições]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[64 bits]]></category>
		<category><![CDATA[archlinux]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[fedora]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=225</guid>
		<description><![CDATA[Não é de hoje que o Banco do Brasil tem problemas com o OpenJDK.  Uma simples busca na internet e você deverá encontrar dezenas ou centenas de posts em fóruns, sempre com a mesma dúvida: Por que diabos o módulo de seguranção não instala no PC quando usamos o OpenJDK? Na verdade, o problema está [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-231" src="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/openjdk.png" alt="Logotipo do OpenJDK" width="270" height="74" />Não é de hoje que o Banco do Brasil tem problemas com o OpenJDK.  Uma simples busca na internet e você deverá encontrar dezenas ou centenas de posts em fóruns, sempre com a mesma dúvida: Por que diabos o módulo de seguranção não instala no PC quando usamos o OpenJDK? Na verdade, o problema está relacionado ao OpenJDK 64 bits, já que a versão de 32 bits não têm apresentado grandes problemas com relação a isso.</p>
<p>Se você usa um sistema de 64 bits com o OpenJDK instalado, bem como o plugin <a href="http://icedtea.classpath.org/wiki/IcedTea-Web">icedtea-web</a>, siga os passos abaixo. Mas antes, tenha em mente que esse procedimento funcionou apenas com o firefox nos testes que fiz.  Com o Chromium, o módulo foi instalado corretamente, mas você cai numa tela em branco em vez de ir para a tela de login e poder acessar a sua conta. Ainda não encontrei a solução para esse problema, mas assim que o fizer, posto aqui. Então vamos lá:</p>
<p style="text-align: justify;">Logue-se como root e crie o diretório <em>/etc/.java/.systemPrefs</em>:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"># mkdir -p /etc/.java/.systemPrefs</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Feche qualquer navegador que esteja aberto. Como usuário comum,  exclua os diretórios <em>~/.java</em> e <em>~/.icedtea</em>:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ rm -rf ~/.java ~/.icedtea</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Abra agora o firefox e tente entrar na sua conta. Você não deverá ter problemas dessa vez.</p>
<div style="text-align: justify;">Há um <a title="/etc/.java/.systemPrefs directory missing breaks Banco do Brasil online banking" href="https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=741821" target="_blank">bug sobre esse problema</a> registrado no bugzilla da Red Hat.  O fedora passou a incluir esse diretório junto com o OpenJDK, mas outras distribuições não o fizeram.</div>
<h3><strong>Referências:</strong></h3>
<div><a href="http://publib.boulder.ibm.com/infocenter/cmgmt/v8r3m0/index.jsp?topic=/com.ibm.cmgmtreadmefp.doc/d96445.htm" target="_blank">You must have a system preferences directory when working with the Java viewer toolkit on UNIX-based systems</a> - acesso em 25/11/2011</div>
<div><a href="https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=741821" target="_blank">/etc/.java/.systemPrefs directory missing breaks Banco do Brasil online banking</a> - acesso em 25/11/2011</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2011/11/o-banco-do-brasil-e-o-openjdk-64-bits/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ArchLinux: removendo o ícone de acessibilidade no Gnome Shell</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2011/08/archlinux-removendo-o-icone-de-acessibilidade-no-gnome-shell/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=archlinux-removendo-o-icone-de-acessibilidade-no-gnome-shell</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2011/08/archlinux-removendo-o-icone-de-acessibilidade-no-gnome-shell/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 22:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[ArchLinux]]></category>
		<category><![CDATA[archlinux]]></category>
		<category><![CDATA[gnome-shell]]></category>
		<category><![CDATA[pacote]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=193</guid>
		<description><![CDATA[Sabe aquele ícone de acessibilidade chato que vem junto com o GNOME Shell? Pois é, muitas pessoas não precisam dele e gostariam de ter uma forma de retirá-lo de lá. Procurei  por algo que pudesse remover ele nos repositórios oficiais do ArchLinux,  no AUR e encontrei algo apenas no AUR. No entanto, quando testei o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquele ícone de acessibilidade chato que vem junto com o GNOME Shell?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-201" title="Ícone de acessibilidade" src="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/accessibility-icon.png" alt="" width="304" height="74" /></p>
<p>Pois é, muitas pessoas não precisam dele e gostariam de ter uma forma de retirá-lo de lá. Procurei  por algo que pudesse remover ele nos repositórios oficiais do ArchLinux,  no AUR e encontrei algo apenas no AUR. No entanto, quando testei o pacote, vi que ele não estava funcionando.  Me lembrando que no fedora existe uma extensão que permite fazer isso e está funcionando, resolvi criar um pacote e submetê-lo ao AUR.</p>
<p>Caso você também tenha interesse,  basta instalá-lo com sua ferramenta preferida. No meu caso, o <em>yaourt</em>:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ yaourt -S gnome-shell-extension-remove-accessibility-icon</pre><p></p>
<p>O link do pacote no AUR é este: <a href="http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=51523" target="_blank">http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=51523</a>. Depois de instalar esse pacote, habilite a extensão através do <em>gnome-tweak-tool</em>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2011/08/archlinux-removendo-o-icone-de-acessibilidade-no-gnome-shell/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>RPM para o tema Elementary no GNOME Shell</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2011/07/rpm-para-o-tema-elementary-no-gnome-shell/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rpm-para-o-tema-elementary-no-gnome-shell</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2011/07/rpm-para-o-tema-elementary-no-gnome-shell/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 16:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Distribuições]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[fedora]]></category>
		<category><![CDATA[gnome-shell]]></category>
		<category><![CDATA[pacotes]]></category>
		<category><![CDATA[yum]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=173</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente o Tim Laurindsen empacotou vários temas legais para o GNOME Shell. No momento em que escrevo esse post, os pacotes podem ser baixados a partir do repositório updates-testing no Fedora 15 e creio que em breve estará no repositório updates e você poderá encontrá-los com uma busca normal via yum.  No entanto, um tema [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente o <a title="Um post no blog dele a respeito dos temas e outras coisas" href="http://fedora.rasmil.dk/blog/?p=244" target="_blank">Tim Laurindsen</a> empacotou vários temas legais para o GNOME Shell. No momento em que escrevo esse post, os pacotes podem ser baixados a partir do repositório <em>updates-testing</em> no Fedora 15 e creio que em breve estará no repositório <em>updates</em> e você poderá encontrá-los com uma busca normal via <em>yum</em>.  No entanto, um tema que realmente gostei e não encontrei entre os pacotes foi o <a title="Página do tema" href="http://half-left.deviantart.com/art/GNOME-Shell-Elementary-193232931" target="_blank">Elementary</a>, disponível no <em>deviantArt</em>:</p>
<div id="attachment_175" class="wp-caption aligncenter" style="width: 655px"><a href="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/Fedora15-GNOME-Shell-02-07-2011.png"><img class="size-full wp-image-175   " title="Tema Elementary para o GNOME Shell no Fedora 15" src="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/Fedora15-GNOME-Shell-02-07-2011.png" alt="Tema Elementary para o GNOME Shell no Fedora 15" width="645" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Tema Elementary para o GNOME Shell no Fedora 15. A versão atual difere um pouco desse screenshot que foi retirado antes do tema ter sido atualizado. Mas a diferença não é grande</p></div>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, utilizei o spec file de um dos temas que ele empacotou  e gerei um rpm para o tema <em>Elementary</em> no fedora 15,  deixando disponível através do fedorapeople.  Para instalar ele, baixe o arquivo fedora-<em>gnome-shell-theme-elementary.repo</em> e coloque-o no diretório <em>/etc/yum.repos.d</em>:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"># cd /etc/yum.repos.d
# wget http://repos.fedorapeople.org/repos/eldermarco/gnome-shell-theme-elementary/fedora-gnome-shell-theme-elementary.repo</pre><p>E então instale o tema:</p><pre class="crayon-plain-tag"># yum install gnome-shell-theme-elementary</pre><p>Simples assim.  O wallpaper não é incluído junto com o tema. Você pode baixá-lo <a title="Página do Wallpaper" href="http://big-sb.deviantart.com/art/Relax-172678061" target="_blank">aqui</a>. <img src='http://blog.eldermarco.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Caso esteja interessado nos outros temas você pode:</p>
<ul>
<li>Esperar cerca de uma semana até que estejam disponiveis ou</li>
<li>Habilitar o <em>updates-testing</em> e instalar os outros temas a partir de lá.</li>
</ul>
<p>Se decidir por essa última opção, eis o caminho das pedras. Procure pelos pacotes de tema com o comando</p><pre class="crayon-plain-tag"># yum search gnome-shell-theme --enablerepo=updates-testing</pre><p>Então escolha os que achar mais interessantes. Instale-os da mesma maneira que você costuma instalar outros pacotes via <em>yum</em>,  exceto pelo fato de que você deve habilitar o <em>updates-testing</em>, como acima.</p>
<p><strong>[Update - 10/11/2011] </strong>O pacote agora se encontra nos repositórios oficiais do fedora e está sendo mantido por mim. Sendo assim, o repositório no fedorapeople foi excluído, visto que não mais faz sentido que ele seja mantido.  Você pode instalá-lo da mesma maneira como especificado acima, mas agora sem a necessidade de qualquer repositório adicional.</p>
<p><strong>[Update - 22/07/2011]</strong> Bom, agora você não precisa mais habilitar o updates-testing. Os temas já se encontram nos repositórios estáveis do fedora.</p>
<p><strong>[Update - 14/07/2011]</strong> Este tema foi atualizado para a versão 1.1, o que deverá ficar diferente, mas não menos bonito do que a imagem acima.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2011/07/rpm-para-o-tema-elementary-no-gnome-shell/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Média e desvio padrão em awk</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2011/06/media-e-desvio-padrao-em-awk/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=media-e-desvio-padrao-em-awk</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2011/06/media-e-desvio-padrao-em-awk/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 15:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[awk]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagens de programação]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=159</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente, precisei de alguma maneira obter a média e o desvio padrão amostral de um conjunto de dados presentes em um arquivo e aproveitar eles num script que estava criando. Esses dados estavam na primeira coluna do arquivo e somente haviam eles. Bom, escrever um programa em C pra isso parecia apelação e eu sabia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recentemente, precisei de alguma maneira obter a média e o desvio padrão amostral de um conjunto de dados presentes em um arquivo e aproveitar eles num script que estava criando. Esses dados estavam na primeira coluna do arquivo e somente haviam eles. Bom, escrever um programa em C pra isso parecia apelação e eu sabia que com o <em><strong>awk </strong><span style="font-style: normal;">é</span></em> possível. Em algumas buscas na net e encontrei exemplos, mas achei estranha a solução. Então escrevi minha própria rotina. Vejamos a abordagem (se você quer apenas o script e nada de lero-lero, desça um pouco mais nesse post).. o desvio padrão amostral de um conjunto de <img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=n&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0" alt="n" title="n" class="latex" /> medidas é dado por</p>
<p style="text-align: center;"><img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csigma+%3D+%5Csqrt%7B%5Cdfrac%7B%5Csum_%7Bi%3D1%7D%5En+%28x_i+-+%5Coverline%7Bx%7D%29%5E2%7D%7Bn-1%7D%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=3" alt="&#92;sigma = &#92;sqrt{&#92;dfrac{&#92;sum_{i=1}^n (x_i - &#92;overline{x})^2}{n-1}}" title="&#92;sigma = &#92;sqrt{&#92;dfrac{&#92;sum_{i=1}^n (x_i - &#92;overline{x})^2}{n-1}}" class="latex" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mas o <em><strong>awk</strong></em> precisa conhecer a média (<img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=%5Coverline%7Bx%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0" alt="&#92;overline{x}" title="&#92;overline{x}" class="latex" />) para poder fazer esse cálculo. Assim, seria interessante se pudéssemos calcular essa média e realizar essa operação somente no final. Mais do que isso, seria interessante se pudéssemos expressar o desvio padrão acima em termos da soma dos quadrados de cada valor e da média, visto que isso seria de mais fácil implementação, já que poderíamos somar os valores de cada linha e ao mesmo tempo somar o quadrado desses valores com facilidade. Da soma dos valores em cada linha teríamos facilmente a média. Assim, expandindo o numerador na expressão acima, ficamos com:</p>
<p style="text-align: center;"><img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csigma+%3D+%5Csqrt%7B%5Cdfrac%7B%5Csum_%7Bi%3D1%7D%5Enx_i%5E2+-+2%5Coverline%7Bx%7D%5Csum_%7Bi%3D1%7D%5Enx_i+%2B+n%5Coverline%7Bx%7D%5E2%7D%7Bn-1%7D+%7D+&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=3" alt="&#92;sigma = &#92;sqrt{&#92;dfrac{&#92;sum_{i=1}^nx_i^2 - 2&#92;overline{x}&#92;sum_{i=1}^nx_i + n&#92;overline{x}^2}{n-1} } " title="&#92;sigma = &#92;sqrt{&#92;dfrac{&#92;sum_{i=1}^nx_i^2 - 2&#92;overline{x}&#92;sum_{i=1}^nx_i + n&#92;overline{x}^2}{n-1} } " class="latex" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda é possível realizar mais uma simplificação no segundo termo do numerador da expressão acima. Fazendo:</p>
<p style="text-align: center;"><img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=2%5Coverline%7Bx%7D%5Csum_%7Bi%3D1%7D%5Enx_i+%3D+2%5Coverline%7Bx%7D%28n%5Coverline%7Bx%7D%29+%3D+2n%5Coverline%7Bx%7D%5E2&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=3" alt="2&#92;overline{x}&#92;sum_{i=1}^nx_i = 2&#92;overline{x}(n&#92;overline{x}) = 2n&#92;overline{x}^2" title="2&#92;overline{x}&#92;sum_{i=1}^nx_i = 2&#92;overline{x}(n&#92;overline{x}) = 2n&#92;overline{x}^2" class="latex" /></p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, substituindo isso na expressão para o desvio padrão <img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csigma&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0" alt="&#92;sigma" title="&#92;sigma" class="latex" /> e fazendo os ajustes necessários, teremos:</p>
<p style="text-align: center;"><img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csigma+%3D+%5Csqrt%7B%5Cdfrac%7B%5Csum_%7Bi%3D1%7D%5Enx_i%5E2+-+n%5Coverline%7Bx%7D%5E2%7D%7Bn-1%7D+%7D+&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=3" alt="&#92;sigma = &#92;sqrt{&#92;dfrac{&#92;sum_{i=1}^nx_i^2 - n&#92;overline{x}^2}{n-1} } " title="&#92;sigma = &#92;sqrt{&#92;dfrac{&#92;sum_{i=1}^nx_i^2 - n&#92;overline{x}^2}{n-1} } " class="latex" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pronto, era exatamente o que queríamos! Agora implementaremos um script em <strong><em>awk</em></strong> tendo em vista essa expressão e vamos chamá-lo de <em>desvpad.awk</em>:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">#!/bin/awk -f
#
#     Programa para calcular m&eacute;dia e desvio padr&atilde;o em awk
#----------------------------------------------------------

{
   soma+=$1
   somaquad+=$1*$1
}

END {
       media=soma/NR
       desvpad=sqrt((somaquad - NR*media**2)/(NR - 1))
       printf &quot;N&uacute;mero de Pontos: %d\n&quot;    \
              &quot;           M&eacute;dia: %.2f\n&quot;  \
              &quot;   Desvio Padr&atilde;o: %.2f\n&quot;, \
              NR, media, desvpad
    }</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Dando permissão para execução e testando com um conjunto de dados (eis um arquivo de exemplo aqui: <a title="Clique para baixar" href="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/dados.dat" target="_blank">dados.dat</a>, teremos:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ ./desvpad.awk dados.dat
N&uacute;mero de Pontos: 79
           M&eacute;dia: 5.28
   Desvio Padr&atilde;o: 0.41</pre><p>Legal! <img src='http://blog.eldermarco.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2011/06/media-e-desvio-padrao-em-awk/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PLplot 01: Introdução e Instalação.</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2011/06/plplot-graficos-cientificos-em-c-introducao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=plplot-graficos-cientificos-em-c-introducao</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2011/06/plplot-graficos-cientificos-em-c-introducao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 01:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[C]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagens de programação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[plplot]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=112</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo é a parte 1 de 2 da série PLplot em CPLplot é uma blbioteca multiplataforma para para criar gráficos científicos. Com ela, você pode gerar gráficos comuns, histogramas,  gráficos de barra, traçar curvas de nível e várias outras coisas. A biblioteca está disponível para várias linguagens de programação, como C/C++, Python, Ada, Fortran, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="seriesmeta">Este artigo é a parte 1 de 2 da série <a href="http://blog.eldermarco.com/series/plplot-em-c/" class="series-33" title="PLplot em C">PLplot em C</a></div><p style="text-align: justify;"><em>PLplot</em> é uma blbioteca multiplataforma para para criar gráficos científicos. Com ela, você pode gerar gráficos comuns, histogramas,  gráficos de barra, traçar curvas de nível e várias outras coisas. A biblioteca está disponível para várias linguagens de programação, como C/C++, Python, Ada, Fortran, Java, entre outras. É possível também o uso dela dentro do Octave. Com vários drivers disponíveis, os seus gráficos podem ser salvos em vários formatos de imagem diferentes ou simplesmente serem visualizados na tela através dos drivers <em>xwin</em>, <em>xcairo</em>, entre outros. A possibilidade de embutir o gráfico dentro de um aplicativo Qt, GTK, WxWidgets é também um atrativo se você tem a intenção de criar um aplicativo com interface gráfica e que necessite lidar com gráficos científicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A figura abaixo é um exemplo de gráfico gerado utilizando utilizando a PLplot. Note a qualidade do gráfico gerado. Se você deseja ver do que mais essa biblioteca é capaz, visite a <a title="Visitar a página de exemplos" href="http://plplot.sourceforge.net/examples.php" target="_blank">página de exemplos</a> disponível no site oficial.</p>
<div id="attachment_141" class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><a href="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/plplot3d.png"><img class=" wp-image-141  " src="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/plplot3d.png" alt="Gráfico 3D" width="560" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">Gráfico 3D gerado através da biblioteca PLplot. Esse exemplo foi tirado do site do projeto.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O objetivo dessa série de posts é explorar o uso dessa biblioteca utilizando a linguagem C. Se você têm interesse em utilizá-la com outra linguagem de programação, não se desanime. A lógica é a mesma, mudando apenas a sintaxe.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Instalação</h3>
<p style="text-align: justify;">A biblioteca PLplot está disponível na maior parte das distribuições Linux atuais. Vamos apresentar aqui a instalação da mesma em algumas das distribuições mais famosas. Caso a sua distribuição não esteja listada aqui, não se desespere! Utilize o seu gerenciador de pacotes para procurar e instalar a biblioteca em seu sistema. E lembre-se que em softwares livres, sempre há a possibilidade de instalação a partir do código-fonte.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fedora, RHEL,  CentOS e openSUSE</h4>
<p style="text-align: justify;">Abra um terminal de linha de comando, torne-se root e instale os pacotes <strong>plplot</strong> e <strong>plplot-devel</strong>.</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"># yum install plplot plplot-devel</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Para usuários do Red Hat Enterprise Linux e derivados, os pacotes são instalados pelo <a href="http://fedoraproject.org/wiki/EPEL" target="_blank">EPEL</a>, de forma que você deve ter esse repositório habilitado em seu sistema</p>
<h4 style="text-align: justify;"></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Mageia</h4>
<p style="text-align: justify;">Abra um terminal de linha de comando, torne-se root e instale os pacotes <strong>plplot</strong> e <strong>libplplot-devel</strong>:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag"># urpmi plplot libplplot-devel</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Archlinux</h4>
<p style="text-align: justify;">Abra um terminal de linha de comando, torne-se root e instale os pacotes <strong>plplot</strong> a partir do AUR:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ yaourt -S plplot</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: justify;">Debian e Ubuntu</h4>
<p style="text-align: justify;">Abra um terminal de linha de comando, torne-se root e instale os pacotes <strong>plplot-bin</strong> <strong>libplplot-dev</strong>, <strong>plplot9-driver-cairo</strong> e <strong>plplot9-driver-xwin:</strong></p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ sudo apt-get install plplot-bin libplplot-dev plplot9-driver-cairo plplot9-driver-xwin</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">É isso, agora você está pronto para gerar os seus gráficos utilizando a PLplot.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Última alteração:</strong> 16/02/2012</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2011/06/plplot-graficos-cientificos-em-c-introducao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<series:name><![CDATA[PLplot em C]]></series:name>
	</item>
		<item>
		<title>Usando o Dropbox como um repositório de pacotes para o yum</title>
		<link>http://blog.eldermarco.com/2011/04/usando-o-dropbox-como-um-repositorio-de-pacotes-para-o-yum/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=usando-o-dropbox-como-um-repositorio-de-pacotes-para-o-yum</link>
		<comments>http://blog.eldermarco.com/2011/04/usando-o-dropbox-como-um-repositorio-de-pacotes-para-o-yum/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 01:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elder Marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Distribuições]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[fedora]]></category>
		<category><![CDATA[repositórios]]></category>
		<category><![CDATA[yum]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.eldermarco.com/?p=74</guid>
		<description><![CDATA[Já faz um bom tempo que tenho investido meu aprendizado na criação pacotes rpm para o fedora.  Como criei pacotes de alguns softwares que não encontrei nos repositórios oficiais ou ainda que não são livres &#8212; mas muito úteis &#8212; decidi criar um repositório simples, de forma que eu pudesse compartilhar com amigos que estivessem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já faz um bom tempo que tenho investido meu aprendizado na criação pacotes rpm para o fedora.  Como criei pacotes de alguns softwares que não encontrei nos repositórios oficiais ou ainda que não são livres &#8212; mas muito úteis &#8212; decidi criar um repositório simples, de forma que eu pudesse compartilhar com amigos que estivessem interessados em tê-lo também em seus sistemas e evitar a ideia de ter de instalar o software através dos fontes direto o que, diga-se, é tedioso.  O desafio era saber onde diabos eu iria colocar esses pacotes de forma que ficassem acessíveis 24 horas por dia, além de me permitir atualizá-los sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Oras, a solução estava na minha frente, mas demorou para eu perceber. Minha conta no <a href="http://www.dropbox.com" target="_blank">Dropbox</a> tem todas as boas qualidades que permitem criar um repositório e manter os pacotes lá! E não existe limite de tamanho do arquivo se você carregá-lo pela interface com o <em>nautilus</em> (desde que não ultrapasse  a sua quota,  é claro!).  A desvantagem é que ele não me permite listar o conteúdo do diretório quando o acesso é feito pela interface web, mas existe uma maneira elegante de corrigir esse problema através do <em>repoview&#8230;<br />
</em><img class="aligncenter size-medium wp-image-89" title="dropbox_logo" src="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/dropbox_logo-300x101.jpg" alt="" width="300" height="101" /><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Vou então assumir que você tenha algum pacote rpm modificado, criado por você ou qualquer coisa assim e esteja numa situação parecida com a minha. Vou também assumir que você já tem o <a href="http://www.dropbox.com/downloading?os=lnx" target="_blank">nautilus-dropbox</a> instalado no seu fedora e funcionando sem problemas. E por último, também irei considerar que você tem consciência que seus pacotes não podem entrar em conflito com os repositórios do fedora e de preferência, com nenhum outro, além de ter em mente que essa solução é para um uso pessoal, nada de querer fazer algo grande dessa maneira&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, vamos criar uma estrutura de diretórios para os pacotes binários e para os fontes (você vai distribuir os fontes também, não é?):</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ mkdir -p ~/Dropbox/Public/repo/fedora/{13,14}/{i386,x86_64,SRPMS}</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">onde estou criando uma estrutura que conterá os pacotes para fedora 13  e 14,  bem como conterá pacotes de 32 e 64 bits,  além do pacote rpm contendo os fontes do mesmo.  Mude para a(s) versão(ões) que você deseja acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Perfeito, agora você deve mover os seus binários de 32 bits para os diretórios <em>i386 </em>e os binários de 64 bits para os diretórios <em>x86_64</em> , de acordo com a versão do fedora em que foi compilado o pacote. Mova também os fontes do pacote para os diretórios SRPMS para o caso de alguém querer ter acesso a eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de mover esses pacotes, precisamos criar os metadados que o <em>yum</em> irá baixar para obter informações sobre o seu repositório. Você pode fazer isso com o comando <em>createrepo.</em> Para isso, acesse os diretórios <em>i386, x86_64 </em> e <em>SRPMS</em> e crie os metadados em cada um deles:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ cd ~/Dropbox/Public/repo/fedora/13/i386
$ createrepo -d .
$ cd ../x86_64
$ createrepo -d .
$ cd ../SRPMS
$ createrepo -d .
$ cd ~/Dropbox/Public/repo/fedora/14/i386
$ createrepo -d .
$ cd ../x86_64
$ createrepo -d .
$ cd ../SRPMS
$ createrepo -d .</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">A opção <em>-d,</em> passada ao comando <em>createrepo</em>,  é necessária para criar um banco de dados em sqlite que será usado pelo comando <em>repoview</em>. Isso irá criar um diretório chamado <em>repodata</em> nos diretórios em questão e ele conterá informações sobre os pacotes presentes em cada um desses. É ele que o <em>yum</em> acessa e busca por informações de pacotes presentes no seu repositório. Sempre que mexer nos pacotes ou atualizá-los , rode o comando <em>createrepo</em> da maneira acima, mas também com a opção <em>&#8211;update</em> para atualizar esses dados. A fim de não ter de realizar esse serviço repetitivo, decidi criar um script que o faz sempre que você colocar novos pacotes nesse diretório. O script <em>repo-update-metadata.sh</em> é o responsável por isso. Baixe-o, coloque em algum diretório no seu PATH e execute-o sempre que colocar ou atualizar pacotes nesses diretórios. Você pode alterá-lo como quiser, mas assim ele já deve estar funcionando sem grandes problemas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Clique para baixar" href="http://blog.eldermarco.com/wp-content/files/repo-update-metadata.sh">repo-update-metadata.sh</a></p>
<p> <span style="text-align: center;"><div class="note"><div class="notetip"></span><strong style="text-align: center;">Dica:</strong><span style="text-align: center;"> Aguarde até que os rpms tenham sido completamente sincronizados e então depois crie os metadados. Caso contrário, pode acontecer de os metadados serem enviados primeiro que os pacotes e isso não seria uma boa coisa.</div></div></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se você tentar listar um diretório público no Dropbox, irá sempre se deparar com uma mensagem de erro, mas seria interessante que seus amigos pudessem ter acesso a informações a respeito do software bem como quais softwares você colocou no seu repositório. O programa <em>repoview</em> permite que você crie páginas HTML estáticas com todas as informações dos pacotes. Um exemplo de página assim é usada para os pacotes no repositório RPMFusion. Veja <a href="http://mirror.liberty.edu/pub/rpmfusion/free/fedora/releases/14/Everything/i386/os/repoview/">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim,  se você criar uma página HTML desse tipo, poderá enviar o link para qualquer pessoa que ela poderá visualizá-las sem grandes problemas,  mesmo no Dropbox,  desde que envie o link absoluto do arquivo html.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos criar essas páginas. Depois de ter criado os metadados,  basta apenas fazer algo similar ao comando abaixo para cada diretório do seu repositórios em que haja pacotes:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">$ cd ~/Dropbox/Public/repo/fedora/13/i386
$ repoview -t &quot;Reposit&oacute;rio de fulano da Silva - Bin&aacute;rios&quot; .
$ cd ../x86_64
$ repoview -t &quot;Reposit&oacute;rio de fulano da Silva - Bin&aacute;rios&quot; .
$ cd ../SRPMS
$ repoview -t &quot;Reposit&oacute;rio de fulano da Silva - Fontes&quot; .
$ cd ~/Dropbox/Public/repo/fedora/14/i386
$ repoview -t &quot;Reposit&oacute;rio de fulano da Silva - Bin&aacute;rios&quot; .
$ cd ../x86_64
$ repoview -t &quot;Reposit&oacute;rio de fulano da Silva - Bin&aacute;rios&quot; .
$ cd ../SRPMS
$ repoview -t &quot;Reposit&oacute;rio de fulano da Silva - Fontes&quot; .</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">A opção <em>-t </em>do <em>repoview </em>se refere ao título dado a página. Isso irá criar um diretório chamado <em>repoview</em> dentro dos diretórios onde já estão os pacotes e dentro dele, estarão as páginas HTML geradas e que dizem respeito a cada um dos pacotes rpm, bem como grupos de pacotes, etc.  Note que há um arquivo <em>index.html</em> dentro. É eles que você precisará passar a seus amigos para que eles possam visualizar o seu conteúdo. Você pode criar um outro arquivo <em>index.html </em>(ou outro nome, nesse caso não faz diferença) com as informações e links para essas páginas estáticas que criamos, o que torna a coisa mais simples. Tenha em mente que você precisa passar o endereço inteiro até com o <em>index.html</em> no URL porque vai receber um erro se não o fizer.  Novamente, para evitar a fadiga, você pode usar o script <em>repo-update-metadata.sh</em> que eu citei acima ou escrever um, caso assim deseje.</p>
<p style="text-align: justify;">Você também pode usar a página que você fez para criar um link para o arquivo <em>fulano.repo</em> (obviamente, coloque um nome melhor nesse arquivo&#8230;) que iremos criar agora e que permitirá ao <em>yum</em> ter conhecimento do seu repositório. Mas antes&#8230; você precisa de uma informação! Vá até algum arquivo do seu repositório pela interface do <em>nautilus</em>, clique com o botão direito sobre ele, depois <em>Dropbox &gt; Copy Public link </em> e cole esse link em algum lugar. Você  deverá ver algo assim:</p>
<p></p><pre class="crayon-plain-tag">http://dl.dropbox.com/u/1281922/repo/fedora/14/SRPMS/repoview/index.html</pre><p>Pois é,  o que realmente precisamos nesse link é o número que identifica o seu usuário. No caso acima, esse número é 1281922.  Veja o seu caso  e modifique no arquivo .repo definido abaixo, trocando o número acima pelo seu. Vamos então criar o nosso arquivo <em>fulano.repo.</em></p><pre class="crayon-plain-tag">[fulano]
name=Reposit&oacute;rio pessoal de Fulano para o Fedora $realeasever
baseurl=http://dl.dropbox.com/u/1281922/repo/fedora/$releasever/$basearch/
enabled=1
gpgcheck=0

[fulano-source]
name=Fontes do Reposit&oacute;rio pessoal de Fulano para o Fedora $releasever
baseurl=http://dl.dropbox.com/u/1281922/repo/fedora/$releasever/SRPMS/
enabled=0
gpgcheck=0</pre><p></p>
<p style="text-align: justify;">Note que o repositório de pacotes fontes foi desabilitado por padrão. Seria uma boa ideia mantê-lo assim e somente quando o usuário quiser, o próprio <em>yumdownloader</em> &#8212; aplicativo que pode ser utilizado para baixar um pacote fonte &#8212; irá habilitar ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Pronto, compartilhe esse arquivo com seus amigos e peça para eles o colocarem no diretório <em>/etc/yum.repos.d</em> e instalar os pacotes exatamente como instalaria qualquer outro pacote.  Para que eles possam ver os pacotes existentes,  faça como eu sugeri acima com o <em>repoview. </em>Note que no exemplo acima, foi considerado que os pacotes não estavam assinados e por isso a opção <em>gpgchek </em>foi definida como sendo zero. Caso assine seus pacotes, defina esse valor como sendo 1(um) e use a opção <em>gpgkey </em>para passar o URL de onde se encontra a chave pública necessária para verificar se os pacotes são legítimos.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.eldermarco.com/2011/04/usando-o-dropbox-como-um-repositorio-de-pacotes-para-o-yum/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
